Depressao: Tudo o que voce precisa saber
30 de maio de 2008 por Editorial
Canal Medicina & Saúde
Depressão: Reunião das últimas notícias, estudos e pesquisas sobre depressão de forma clara, prática e sem complicações.
Depressao, ou transtorno depressivo, é uma doença que freqüentemente está associada à incapacitação funcional e comprometimento da saúde física. Estimativas apontam que em 2020 será segunda maior causa de incapacidade. Também conhecido como depressao unipolar ou depressão maior.
O que é depressão?
Depressão é uma doença que afeta o sistema nervoso central, interferindo na emoção, percepção, pensamento e comportamento do indivíduo, causando grande sofrimento emocional e prejuízos para vida pessoal, social e profissional.
A depressão não é simplesmente um momento de tristeza, algo normal para todas as pessoas. É um estado que realmente interfere no próprio organismo e nas relações do indivíduo com o trabalho, lazer e família.
O que causa?
Diversos fatores combinados estão associados ao desenvolvimento de um episódio depressivo:
- Fatores genéticos: Presença de genes relacionados a mal funcionamento de circuitos cerebrais relacionados a adaptação ao estresse e percepção de prazer.
- Fatores ambientais: Exposição a poluentes pode estar relacionado a um aumento da predisposição à doença.
- Fatores relacionados a outras condições clínicas: Outras doenças e distúrbios podem precipitar episódios depressivos como alterações hormonais, infecções, tumores e medicamentos. Uso de drogas.
- Fatores psicológicos: Traumas de infância, separações, perda de pessoas queridas e estresse duradouro.
A combinação destes fatores leva um desequilíbrio nos neurotransmissores, as substâncias de comunicação entre os neurônios do sistema nervoso.
Quais os sintomas da depressão?
Os sintomas da depressão envolvem diversos aspectos do indivíduo, desde funções fisiológicas, passando pelo seu estado de humor até o comportamento social.
De acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Doenças Mentais (DMS IV), os sintomas são:
- Sentimentos persistentes de tristeza, angústia ou de vazio.
- Perda de interesse ou prazer nas atividades, incluindo sexo.
- Sentimentos de culpa, desesperança ou pessimismo.
- Irritabilidade ou perda de paciência.
- Cansaço, fadiga ou falta de energia.
- Dificuldades de concentração ou para lembra de pequenos detalhes.
- Dificuldade de tomar decisões, insegurança.
- Insônia, sono fragmentado ou sono não restaurador.
- Sonolência diurna.
- Excesso ou redução do apetite.
- Pensamentos sobre suicido.
- Dores persistentes que não melhoram com o tratamento. Incluindo dores de cabeça, pelo corpo e no estômago.
Conseqüências da depressão
A depressão traz uma enorme quantidade de sofrimento e prejuízos à vida da pessoa acometida.
- A principal conseqüência da depressão é o suicido. Mesmo quando o a tentativa não é fatal, suas conseqüências são devastadoras, com seqüelas físicas e psicológicas.
- Prejuízos nas relações familiares, que pode levar ao isolamento ou até a separação conjugal.
- Prejuízos na vida profissional, com queda de rendimento, perda de produtividade e aumento de afastamentos.
- Prejuízos em outros tratamentos médicos. O paciente afetado pela depressão tem menor interesse em cuidar de si mesmo, apresentando menor aderência aos tratamentos. Além disto, o organismo deprimido apresenta menor resposta imunológica.
Diagnóstico da depressão
O diagnóstico do transtorno depressivo é realizado pelo médico, em especial o médico psiquiatra por meio de uma consulta clínica detalhada.
Durante a consulta, por vezes, é necessária a presença dos familiares para auxiliar o diagnóstico.
Também são utilizados exames para subsidiar o diagnóstico, esclarecendo sobre complicações clínicas e outras doenças associadas. Estes exames são solicitados de acordo com o critério clínico de forma personalizada para cada caso, mas alguns podem ser citados por serem os mais comuns:
- Hemograma completo.
- Glicose, uréia e creatinina.
- Dosagens hormonais.
- Dosagens de eletrólitos.
- Sorologia para sífilis.
- Sorologia para HIV (com o consentimento do paciente).
- Tomografia computadorizada de crânio.
- Eletroencefalograma.
Tratamento da depressão
O tratamento do transtorno depressivo deve ser feito pelo médico, em especial pelo psiquiatra.
O transtorno depressivo ou depressão é uma doença que pode ser tratada com grande eficiência, apresentando respostas acima de 85%.
O tratamento da depressão é feito com medicamentos chamados de antidepressivos, que agem no sistema nervoso central restaurando o equilíbrio dos circuitos e dos neurotransmissores.
Estes medicamentos NÃO causam dependência, mas só podem ser comprados por meio de receituário médico, por serem substâncias com ação no sistema nervoso central.
Dentre os medicamentos antidepressivos mais comumente empregados estão:
- Inibidores seletivos de recaptação de serotonina: Fluoxetina, Paroxetina, Fluvoxamina, Sertralina, Citalopram e Escitalopram.
- Inibidores de recaptação de serotonina e noradrenalina: Venlafaxina e Duloxetina.
- Inibidores de recaptação de dopamina e noradrenalina: Bupropiona.
- Antagonistas seletivos de noradrenalina e serotonina: Mirtazapina.
- Tricíclicos: Amitriptilina, Nortriptilina, Clomipramina e Imipramina.
- Inibidores da monoaminoxidase: Moclobemida.
Em casos graves, onde existe necessidade de resposta mais rápida, como é o caso de pensamentos suicidas persistentes, o médico pode prescrever a eletroconvulsoterapia (ECT). A ECT é um procedimento indolor, feito sob anestesia, com recuperação rápida (menos de uma hora, o paciente retorna para casa).
Psicoterapia para depressão
Muitas vezes o médico psiquiatra, também recomenda que o paciente faça psicoterapia, conduzida por psicólogo, que quando associada ao tratamento medicamentoso apresenta muitos benefícios, ensinando o indivíduo a se compreender melhor, desenvolver estratégias para lidar com estresse e com outras questões pessoais.
Tratamento da depressão na gravidez
A depressão é uma doença que pode causar danos a gestante e ao seu bebê, portanto merece atenção do médico. Os tratamentos com Inibidores Seletivos de Recaptação de Serotonina foram classificados pela Agência de Regulação de Medicamentos Americana (FDA) como categoria B, ou seja “Não há evidências de risco para seres humanos, mas estudos adicionais devem ser desenvolvidos”.
A conclusão é de que o médico deve ponderar entre os riscos e benefícios, escolher um tratamento com riscos mínimos para a gestante e seu bebê.
Tratamentos associados
Adjuvante ao tratamento, existe uma medida também comprovada e eficiente contra a depressão: A prática regular de atividades físicas, mesmo caminhadas moderadas 03 vezes na semana já mostram resultados positivos.
Tratamentos alternativos
Não existem evidências científicas, até o momento, para o emprego de massagens, aromaterapia, florais de Bach ou homeopatia no tratamento da depressão.
Referências
1. Marcelo Pio de Almeida Fleck , Beny Lafer , Everton Botelho Sougey , José Alberto Del Porto , Marco Antônio Brasil e Mário Francisco Juruena. Diretrizes da Associação Médica Brasileira para o tratamento da depressão. Rev Bras Psiquiatr 2003;25(2):114-22.
2. Depression. National Institute of Mental Health. Publication no. 07-3561. Revised 2007. Publicação revisada em 2007 pelo Instituto Americano de Saúde Mental.
Campanha Incentivo ao Parto Normal
28 de maio de 2008 por Editorial
Canal Medicina & Saúde
O Ministério da Saúde lançou a Campanha Incentivo ao Parto Normal. A cesariana já representa 43% dos partos realizados no Brasil no setor público e no privado. Nos planos de saúde, esse percentual é ainda maior, chegando a 80%. Já no Sistema Único de Saúde, as cesáreas somam 26% do total de partos. O parto normal é o mais seguro tanto para a mãe quanto para o bebê. De acordo com a recomendação da Organização Mundial da Saúde, as cirurgias deveriam corresponder a, no máximo, 15% dos partos.
Tabagismo: Imagens macabras e horripilantes são as novas armas da saúde contra o cigarro
28 de maio de 2008 por Editorial
Canal Medicina & Saúde
O Ministério da saúde optou por combater pesado o tabagismo. Por isso está utilizando uma estratégia de causar terror no fumante, colocando imagens macabras e bizarras nos maços de cigarro. Até que ponto isso seja bom ou não, só saberemos no futuro. O fato é que, de imediato, o impacto das imagens é muito grande, e pode desencorajar muitos fumantes em sua fase inicial do vício.
“As imagens são fortes. De uma certa forma, radicalizam um pouco a linha que vinha sendo adotada pelo ministério. Mas foram construídas em cima de um conjunto de evidências científicas. Há toda uma avaliação por trás que fortalece essa estratégia”, avaliou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
(Menores de 14 anos e gestantes são desaconselhados a ver estas imagens).
Clique aqui e veja as imagens.
Estas fotos foram elaboradas em comemoração ao Dia Mundial sem Tabaco 2008. O Ministério da Saúde e o INCA lançaram as novas imagens de advertência sanitárias das embalagens dos produtos de tabaco. Pela primeira vez, as fotos e mensagens foram produzidas e selecionadas com base em um estudo sobre o grau de aversão que as ilustrações alcançam.
Fonte: Ministério da Saúde
Tabagismo: Maços de cigarro terão imagens mais “fortes”
27 de maio de 2008 por Editorial
Canal Medicina & Saúde
O tabagismo é um hábito cada vez mais combatido em todo o mundo. O consumo de cigarros tem diminuído gradativamente ao longo dos anos.
No Brasil, O Ministério da Saúde lançou hoje (27/05/08) as dez novas imagens de advertência que serão impressas no verso das embalagens de cigarro. A estratégia – que utiliza o conceito Fique esperto, começar a fumar é cair na deles – faz parte da campanha Juventude sem tabaco, promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2008 para comemorar o Dia Mundial sem Tabaco no próximo sábado (31).
“As imagens são fortes. De uma certa forma, radicalizam um pouco a linha que vinha sendo adotada pelo ministério. Mas foram construídas em cima de um conjunto de evidências científicas. Há toda uma avaliação por trás que fortalece essa estratégia”, avaliou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Veja as imagens.
Ao participar da cerimônia, em Brasília, ele ressaltou que há uma grande preocupação, por parte do governo federal, em relação ao consumo do tabaco entre os jovens. “Percebemos que a indústria desenvolve uma estratégia para capturar essas garotada”. Segundo o ministro, o governo pretende trabalhar com ações de prevenção ao consumo de cigarros dentro das escolas por meio de ações previstas no Programa Mais Saúde (PAC da Saúde).
Temporão destacou que outra preocupação do governo é com relação à propaganda e à publicidade de cigarros – apesar da restrição prevista pela legislação brasileira. “A indústria consegue construir estratégias para tentar contornar esses obstáculos, patrocinando eventos esportivos e culturais.”
Luiz Antonio Santini, diretor-geral do Instituto Nacional de Câncer (Inca), explica que as novas imagens foram produzidas de maneira que pudessem ser relacionadas a patologias provocadas pelo consumo do cigarro. “Imagens que tivessem grande potencial aversivo e que, por si só, provocassem uma repulsa visual na sua apresentação.”
Entre as imagens que serão incluídas nos maços de cigarro - e que fazem parte do terceiro grupo de advertências lançadas pelo ministério - está a de um pé mutilado pela gangrena, a de um bebê morto dentro de um cinzeiro e a de uma pessoa que respira por meio de aparelhos e é observada pela família.
O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Dirceu Raposo de Melo, garante que a publicação das imagens nos maços de cigarro depende, agora, de uma resolução do órgão. Em seguida, as empresas terão um prazo de até nove meses para que a impressão seja colocada no verso das embalagens.
No Brasil, desde 2001, os fabricantes de produtos de tabaco são obrigados, por lei, a inserir nas embalagens advertências sanitárias ilustradas com fotos e o número do telefone do Disque Saúde - Pare de Fumar, serviço de atendimento gratuito do Ministério da Saúde que tem como objetivo apoiar fumantes a deixar o vício. O Brasil foi o segundo país a adotar essa medida no mundo, depois do Canadá.
Dados do Ministério da Saúde apontam que o Brasil possui 23 milhões de fumantes e registra índices de até 200 mil mortes por ano provocadas pelo consumo do tabaco. Apenas em assistência médica, o custo para o país gira em torno de R$ 400 milhões ao ano – não inclusos gastos com atendimento ambulatorial, realização de exames e consumo de medicamentos.
Amanhã, dia 31 de maio é o dia mundial contra o tabaco. Visite o site da campanha (OMS), incentive amigos e familiares a interromper
Dengue
26 de maio de 2008 por Editorial
Canal Medicina & Saúde
Dengue
A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 50 milhões e 100 milhões de pessoas se infectem anualmente.
No Brasil, a dengue ressurgiu como problema de saúde pública em meados dos anos 80. Desde então, grandes epidemias têm se verificado anualmente no Sudeste e Nordeste. Em algumas regiões do Norte e Nordeste, a dengue tem um padrão endêmico (ou seja, está quase sempre presente nestas regiões durante todo o ano), com aumento da transmissão do vírus variando de acordo com as estações do ano.
O que é a dengue?
A dengue é uma doença infecciosa causada por vírus RNA da família Flaviviridae, popularmente conhecido como vírus da dengue. Existem quatro tipos de vírus da dengue, numerados de 1 a 4. No Brasil, os tipos 1 e 2 são os mais encontrados.
A dengue tem distribuição mundial, mas é mais freqüente nas regiões tropicais. As epidemias variam de acordo com as estações do ano, ocorrendo principalmente no verão, onde o calor e a chuva formam um ambiente muito propício para o desenvolvimento do mosquito transmissor.
Como se dá a transmissão do vírus da dengue?
A transmissão da doença se faz através de um mosquito. Esse mosquito, chamado de Aedes aegypti, pica uma pessoa com dengue, contraindo o vírus. Já contaminado com o vírus da dengue, o mosquito irá picar uma pessoa sadia, inoculando o vírus da dengue na circulação sanguínea desta pessoa. Mais tarde, com a multiplicação do vírus na corrente sanguínea, esta pessoa irá desenvolver os primeiros sintomas da dengue. Geralmente, os sintomas se manifestam após o 3º dia da picada do mosquito.
Sintomas da dengue:
Os sintomas da dengue variam de acordo com os tipos da doença. A forma mais leve é denominada de dengue clássica. A forma mais grave é denominada de dengue hemorrágica.
Sintomas da dengue clássica:
- Febre alta com início súbito.
- Forte dor de cabeça.
- Dor atrás dos olhos, que piora com o movimento dos mesmos.
- Perda do paladar e apetite.
- Manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, principalmente no tórax e membros superiores.
- Náuseas e vômitos• Tonturas.
- Extremo cansaço.
- Moleza e dor no corpo.
- Muitas dores nos ossos e articulações.
Sintomas da dengue hemorrágica:
Os sintomas da dengue hemorrágica são os mesmos da dengue clássica.
A diferença ocorre quando acaba a febre e começam a surgir os sinais e sintomas de alerta que são descritos a seguir:
- Dores abdominais fortes e contínuas.
- Vômitos persistentes.
- Pele pálida, fria e úmida.
- Sangramento pelo nariz, boca e gengivas.
- Manchas vermelhas na pele.
- Sonolência, agitação e confusão mental.
- Sede excessiva e boca seca.
- Pulso rápido e fraco.
- Dificuldade respiratória.
- Perda de consciência.
Na dengue hemorrágica, o quadro clínico se agrava rapidamente, apresentando sinais de insuficiência circulatória e choque (pressão baixa, pulso fraco), podendo levar a pessoa à morte em até 24 horas. De acordo com estatísticas do Ministério da Saúde, cerca de 5% das pessoas com dengue hemorrágica morrem. O objetivo do Ministério é que esse número seja reduzido a menos de 1%. Por isso, ao primeiro sinal de qualquer um desses sintomas, procure imediatamente um hospital ou posto de saúde mais próximo.
Como se faz o diagnóstico da dengue?
Na prática, o diagnóstico definitivo da dengue é feito através de exames que detectam a produção de anticorpos do organismo contra a dengue. Os anticorpos são moléculas que nosso corpo produz para combater infecções. Diante disto, os cientistas desenvolveram um método rápido e prático para detectar anticorpos contra a dengue, denominado de teste imunoenzimático. Isto garante facilidade e rapidez no diagnóstico em questão.
Exames inespecíficos como a prova do laço e um hemograma completo podem ajudar no diagnóstico da dengue, principalmente em regiões onde o diagnóstico definitivo utilizando-se anticorpos (teste imunoenzimático) não está disponível.
Tratamento da dengue:
Ao ser observado o primeiro sintoma da dengue, deve-se buscar orientação médica no serviço de saúde mais próximo. Só depois de consultar um médico, alguns cuidados devem ser tomados, como:
• Manter-se em repouso.
• Beber muito líquido (inclusive soro caseiro).
• Só usar medicamentos prescritos pelo médico, para aliviar as dores e a febre.
A reidratação oral é uma medida importante e deve ser realizada durante todo o período de duração da doença e, principalmente, da febre. O tratamento da dengue é de suporte, ou seja, alívio dos sintomas, reposição de líquidos perdidos e manutenção da atividade sangüínea.
Em casos de dengue hemorrágica, o paciente deve ficar internado em um hospital para melhor tratamento. Em certos casos, é necessária até mesmo uma internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para melhor monitorização e acompanhamento médico.
Prevenção da dengue:
A prevenção da dengue atualmente envolve atividades baseadas em programas de saúde pública, com participação das comunidades envolvidas, objetivando a remoção e destruição dos locais de procriação do mosquito Aedes aegypti.
Ainda não há vacina disponível para combater a dengue.
Considerações finais:
No período de janeiro a março de 2008, o Ministério da Saúde registrou 120.413 casos de dengue clássica, 647 casos de dengue hemorrágica e a ocorrência de 48 óbitos. Diante disto, o governo federal lançou uma grande campanha de conscientização e combate à dengue, sendo veiculada por rádio, jornais, TV e revistas de todo o território nacional.
Contudo, a diversidade dos tipos de criadouros do mosquito, e o seu número, tornam o combate a dengue um grande desafio de saúde pública. Portanto, o controle desta doença depende do esforço de todos, incluindo comunidades em geral, municípios, governos estaduais e governo federal.
Atenção!
Em caso de suspeita de dengue, procure um serviço de saúde mais próximo o mais rápido possível.
Todo tratamento só deve ser feito sob orientação médica.
Referências:
1 - Ministério da Saúde: Campanha de combate à dengue.
2 - Atualização Terapêutica 2007 - 23ª edição.


