Canal Saúde debate a relação entre determinantes sociais da saúde, meio ambiente e dengue
27 de abril de 2008 por Editorial
Canal Medicina & Saúde
O programa Sala de Convidados, do Canal Saúde da Fiocruz, promove nesta segunda-feira (28/4) um debate ao vivo que enfocará de maneira ampliada a epidemia de dengue. Fatores como o crescimento desordenado dos grandes centros urbanos, a degradação ambiental, a falta de saneamento básico e outros serão analisados de que forma podem interferir na epidemia de dengue, que se espalha pelo país. O programa vai ao ar das 12h05 às 14h.
O Rio de Janeiro repete a história de 100 anos atrás, onde graves problemas sociais, decorrentes, em larga medida, de seu crescimento rápido e desordenado serviram de combustível para eclosão de graves epidemias? A febre amarela será a próxima? A partir da lógica do Sistema Único de Saúde (SUS), de gestão compartilhada, quem deve ser responsável por monitorar essas possíveis epidemias? E as autoridades, o que estão fazendo para prevenir novos casos? Recentemente, o Ministério da Saúde deu o alerta: “No ano que vem, 16 estados correm o risco de enfrentar uma epidemia de dengue”. No Rio de Janeiro já foram registrados mais de 110 mil casos, com 92 mortes confirmadas.
Para debater o tema, o Sala de Convidados vai contar com a presença do presidente da Fiocruz, Paulo Buss; do professor e criador do curso de jornalismo ambiental da PUC-RJ, André Trigueiro; do secretário de Saúde de Duque de Caxias, Oscar Berro; e do subsecretário de Estado de Projetos de Urbanismo, Vicente Loureiro.
O programa pode ser assistido na internet ou pela TV. Na internet, basta acessar aqui, clicar na telinha com a inscrição “ao vivo” e participar a partir de um chat associado à transmissão. No caso da televisão é necessário ter uma antena parabólica conectada ao aparelho. O programa será veiculado na freqüência do Canal Saúde (polarização horizontal 3.930 Ghz ou 1.220 Mhz). Perguntas e comentários podem ser feitos por telefone (0800-7018122 – ligação gratuita). Para quem tem acesso por conexão discada há o recurso de áudio independente da imagem.
Bulário Eletrônico da ANVISA: Informações sobre medicamentos.
23 de abril de 2008 por Editorial
Canal Medicina & Saúde
O Bulário Eletrônico da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa, foi concebido para ser um banco de dados acessível via internet onde tanto profissionais de saúde quanto a população em geral, inclusive portadores de deficiência visual, possam acessar as informações contidas nos textos de bula dos medicamentos registrados e comercializados no Brasil.
Visando o uso e a prescrição racional de medicamentos, o portal traz ainda matérias sobre educação em saúde, notícias relacionadas a atualização das bulas, a legislação em vigor sobre o assunto, perguntas frequentes e também outros endereços eletrônicos de interesse na área de saúde.
Clique aqui e saiba mais! (Fonte: ANVISA)
Campanha de vacinação contra a gripe 2008: SESC reforça apoio ao idoso em todo o país
22 de abril de 2008 por Editorial
Canal Medicina & Saúde
O Serviço Social do Comércio (Sesc) vai colaborar com a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso, colocando a disposição das secretarias de Saúde suas quase 300 unidades nos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal, para instalação de postos de vacinação, caso os dirigentes locais considerem necessário. A instituição, que faz parte do “Sistema S” e que participa da campanha desde 2003, é responsável pelo funcionamento de 500 grupos, que contam com a adesão de 150 mil idosos.
“Temos tradição com trabalhos voltados para este segmento da população desde a década de 60 e, por isso, agregamos grande contingente de pessoas”, explica Anderson Dalbone, da Gerência de Saúde do Sesc Nacional.
Além de colocar postos de vacinação em funcionamento, o Sesc também deverá fazer larga divulgação da campanha, por intermédio de mídias mantidas pelo serviço, como o Sintonia Sesc/Senac e TV Sesc/Senac, além de periódicos distribuídos aos profissionais que atuam nos centros de formação.
“Também mandamos para todas as nossas unidades o material de divulgação da campanha que o Ministério da Saúde nos envia”, acrescenta Dalbone.
Vacina - A vacina contra a gripe é produzida com base nas três cepas (subtipo de vírus) de maior circulação no Hemisfério Sul. Essa combinação eleva a capacidade de proteção da vacina. A vacina leva duas semanas para produzir efeito e deve ser tomada todos os anos. Os vírus presentes na vacina estão mortos e não podem se reproduzir e provocar a doença. Isto significa que a vacina não causa gripe.
Só não podem ser vacinados aqueles que têm um quadro raríssimo de alergia comprovada à proteína do ovo, uma vez que a dose é produzida em embriões de galinha.
Comitê de mobilização - O esforço para a vacinação de idosos no Brasil conta com o apoio dos integrantes do Comitê de Divulgação e Mobilização da Campanha de Vacinação do Idoso. Participam do Comitê dezenas de parceiros, tais como os ministérios dos Transportes, Esportes, Trabalho, Defesa, Desenvolvimento Social e Ciência e Tecnologia, além da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Organização Pan-americana de Saúde.
Também integram o Comitê o Movimento das Donas de Casa e Consumidores, o Conselho Nacional dos Direitos do Idoso, a Sociedade Brasileira Geriátrica, a Santa Casa de São Paulo, a Federação dos Aposentados e Pensionistas do Distrito Federal, entre outros.
Mais informações
Atendimento ao cidadão
0800 61 1997 ou 61 3315-2425
Atendimento à Imprensa
(61) 3315-3580 ou 3315-2351
Saiba um pouco mais sobre a vacina contra a gripe
17 de abril de 2008 por Editorial
Canal Medicina & Saúde
A vacina
A vacina contra a gripe é produzida com base nas três cepas (subtipo de vírus) de maior circulação no Hemisfério Sul. Essa combinação eleva a capacidade de proteção da vacina. A vacina leva duas semanas para produzir efeito e deve ser tomada todos os anos. Os vírus presentes na vacina estão mortos e não podem se reproduzir e provocar a doença. Isto significa que a vacina não causa gripe.
Só não podem ser vacinados aqueles que têm um quadro raríssimo de alergia comprovada à proteína do ovo, uma vez que a dose é produzida em embriões de galinha.
A doença
A gripe é considerada uma das doenças infecciosas que mais preocupam as autoridades sanitárias no Brasil e no mundo. No último século, ocorreram três pandemias (epidemia em escala mundial) responsáveis por mais de 50 milhões de mortes, problemas sociais e perdas econômicas: a Gripe Espanhola (1918), a Gripe Asiática (1957) e a Gripe de Hong Kong (1968). Especialistas acreditam que uma nova pandemia poderá acontecer nos próximos anos, provocando milhões de casos da doença. A característica mutável do vírus influenza, causador da gripe, reforça esta hipótese.
A forma e a gravidade da gripe variam muito. Seus principais sintomas são febre, calafrios e mal estar generalizado, freqüentes nos primeiros dias. A rinite e a faringite também podem ocorrer. Quando os sintomas iniciais diminuem, aparecem problemas respiratórios, como dor de garganta, tosse seca, coriza e congestão nasal.
Neste ano, a campanha de vacinação contra a gripe para o idoso começa em 26 de abril e se estenderá até o dia 9 de maio, em todo o Brasil.

Campanha de Vacinação do Idoso 2008
16 de abril de 2008 por Editorial
Canal Medicina & Saúde
O sucesso das edições anteriores da Campanha Nacional de Vacinação do Idoso determinou uma mudança importante na meta de idosos a serem vacinados em 2008. Ministério da Saúde, governos estaduais, municipais e do Distrito Federal definiram que, neste ano, 80% das pessoas com 60 anos ou mais devem ser vacinadas. O número é 10 pontos percentuais maior que os 70% estabelecidos todos os anos. Isso significa que pelo menos 14,5 milhões de idosos serão vacinados contra a gripe este ano.
O aumento no percentual de cobertura de 70% para 80% se deve à grande adesão da população idosa brasileira à campanha. Em 2007, a vacinação atingiu 86,61% da população alvo. Neste ano, a campanha de vacinação começa em 26 de abril e se estenderá até o dia 9 de maio, em todo o Brasil.
Em sua décima edição, a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso traz o slogan “Não deixe a gripe derrubar você. Vacine-se”. Os objetivos da vacinação são reduzir os casos de gripe, as complicações decorrentes dessa doença e os óbitos entre os idosos.
Estudos nacionais e internacionais mostram que a vacina contra influenza reduz mais de 50% das doenças relacionadas à gripe nos idosos vacinados e, no mínimo, 32% das hospitalizações por pneumonias. Além disso, estudos apontam que há queda de pelos menos 31% das mortes hospitalares por pneumonia e influenza (gripe) e de cerca de 50% das mortes hospitalares relacionadas às doenças respiratórias. Quanto aos óbitos entre idosos, por diversas causas, o percentual de queda varia entre 27% e 30%.
Para garantir a vacinação da população idosa do Brasil, o governo federal investiu R$ 150 milhões na realização dessa campanha, dos quais R$ 127 milhões aplicados na aquisição dos imunobiológicos, R$ 17 milhões transferidos para estados e municípios e R$ 5 milhões para apoiar a operacionalização da ação.


